Doses de ESG – ESG x Ativismo de Marca e Greenwashing

Doses de ESG – ESG x Ativismo de Marca e Greenwashing

ESG:

  • Está relacionado à integração entre propósito, boas práticas de governança corporativa e uma atuação sustentável, valorizando questões ambientais e sociais.
  • O foco está no valor da Companhia a longo prazo e na assunção de compromissos com partes interessadas (stakeholders).
  • As etapas de concepção do processo ESG são: análise de materialidade, engajamento dos tomadores de decisão, gap analysis e criação de uma estratégia com KPI’s e metas específicas.

 

Ativismo de marca:

  • Ocorre quando uma empresa ou negócio tenta usar seu poder econômico para influenciar em causas sociais, políticas ou ambientais.
  • O movimento foi chamado de Brand Democracy por Richard Edelman.
  • Os consumidores entendem ser mais fácil persuadir empresas do que políticos, movidos principalmente pelas mídias sociais.
  • Se não estiver alinhado com as práticas corporativas poderá causar sérios danos reputacionais.
  • Se o ativismo for relacionado a uma causa política provocará o dualismo do boycotting e do buycotting. Politizar o mercado pode ser perigoso.
  • Poderá formar um precedente de que a empresa irá se engajar em todas as questões ambientais e sociais e as empresas podem acabar usurpando os papéis da Administração Pública sem a necessária responsabilidade ou transparência.

 

GreenWashing:

  • Tem a intenção de criar falsa aparência de sustentabilidade, induzindo o consumidor ao erro.
  • Pode se caracterizar, por exemplo, por informações falsas ou vagas sobre responsabilidade ambiental em embalagens/rótulos de produtos.
  • Visa camuflar o custo ambiental do processo produtivo, enfatizando determinada questão em detrimento de outra(s).
  • É uma prática que se observa, majoritariamente, em empresas que não são certificadas por organismos.
  • independentes

 

Sobre o GreenWashing:

 

IMAGENS AMBIENTAIS

Usar imagens de folhas, animais, embalagens verdes para produtos que não são genuinamente ecológicos.

 

INFORMAÇÕES ENGANOSAS

Produtos rotulados como «Certificados», «100% orgânicos», etc., sem qualquer informação de suporte para provar a alegação

 

SITUAÇÕES OCULTAS

Corporações que adotam um posicionamento ecologicamente correto, mas que ter compromissos não sustentáveis. Ex: marcas de roupas que se utilizam de mão-de-obra análoga à escravidão

 

ESG:

  • Está relacionado à integração entre propósito, boas práticas de governança corporativa e uma atuação sustentável, valorizando questões ambientais e sociais.
  • O foco está no valor da Companhia a longo prazo e na assunção de compromissos com partes interessadas (stakeholders).
  • As etapas de concepção do processo ESG são: análise de materialidade, engajamento dos tomadores de decisão, gap analysis e criação de uma estratégia com KPI’s e metas específicas.

 

Ativismo de marca:

 

  • Ocorre quando uma empresa ou negócio tenta usar seu poder econômico para influenciar em causas sociais, políticas ou ambientais.
  • O movimento foi chamado de Brand Democracy por Richard Edelman.
  • Os consumidores entendem ser mais fácil persuadir empresas do que políticos, movidos principalmente pelas mídias sociais.
  • Se não estiver alinhado com as práticas corporativas poderá causar sérios danos reputacionais.
  • Se o ativismo for relacionado a uma causa política provocará o dualismo do boycotting e do buycotting. Politizar o mercado pode ser perigoso.
  • Poderá formar um precedente de que a empresa irá se engajar em todas as questões ambientais e sociais e as empresas podem acabar usurpando os papéis da Administração Pública sem a necessária responsabilidade ou transparência.

 

GreenWashing:

 

  • Tem a intenção de criar falsa aparência de sustentabilidade, induzindo o consumidor ao erro.
  • Pode se caracterizar, por exemplo, por informações falsas ou vagas sobre responsabilidade ambiental em embalagens/rótulos de produtos.
  • Visa camuflar o custo ambiental do processo produtivo, enfatizando determinada questão em detrimento de outra(s).
  • É uma prática que se observa, majoritariamente, em empresas que não são certificadas por organismos.
  • independentes

 

Sobre o GreenWashing:

 

IMAGENS AMBIENTAIS

Usar imagens de folhas, animais, embalagens verdes para produtos que não são genuinamente ecológicos.

 

INFORMAÇÕES ENGANOSAS

Produtos rotulados como «Certificados», «100% orgânicos», etc., sem qualquer informação de suporte para provar a alegação

 

SITUAÇÕES OCULTAS

Corporações que adotam um posicionamento ecologicamente correto, mas que ter compromissos não sustentáveis. Ex: marcas de roupas que se utilizam de mão-de-obra análoga à escravidão

 

REIVINDICAÇÕES IRRELEVANTES

Rótulos que informam que não contém determinados produtos químicos, por exemplo, quando a substância já é proibida por lei

 

MENOR DE DOIS MALES

Quando a afirmação da empresa é verdadeira dentro da categoria do produto, mas prevalece um menor risco ou impacto ambiental. Ex: empresa que passa a vender cigarros orgânicos.

 

Compliance também é… Diversidade e Inclusão

Compliance também é… Diversidade e Inclusão

O próprio conceito de diversidade e de inclusão diz muito sobre Compliance. É sobre entender as múltiplas possibilidades do ser humano e garantir relações respeitosas. 

As organizações vêm se transformando com novas ações e práticas voltadas para a Diversidade e Inclusão.

Instituir programas efetivos de combate à discriminação, nesse cenário, pode não ser mais suficiente. Numa visão atual, o Compliance vem como ferramenta de incentivo e potencialização da diversidade e inclusão de forma propositiva.

Valorizar a diversidade e promover a inclusão são ferramentas de estratégia empresarial e, para muitas empresas, já é realidade e está devidamente alinhada como Programa de Integridade.

 

O Programa de Integridade pode fortalecer essa agenda. Veja abaixo as 10 dicas da Hi-Law+ para impulsionar a Diversidade e Inclusão através do Código de Ética:

1. Prevenção mais que correção. Pense nisso para a agenda da diversidade.

2. Estude a temática da Diversidade e Inclusão. Conceitos e terminologias equivocadas podem refletir uma organização despreocupada, incoerente e cujos comportamentos e comunicação não são inclusivos.

3. Os famosos “tratamento justo” e “honestidade”, por exemplo, nem sempre significam conduta inclusiva e respeitosa.

4. “Igualdade de oportunidades” precisa ser detalhado. Que estejam fundadas em conhecimento profundo da temática da diversidade, com consequente treinamento aos líderes, aculturamento e sensibilização da organização, e combate ao ultrapassado conceito de meritocracia (ainda constante em muitos Códigos no mercado)

5. Cláusula de “Não Discriminação” não é suficiente! Não fique aí achando que uma simples clausula de não discriminação é sinônimo de Código de Ética em conformidade com a diversidade e inclusão! É muito mais que isso. Não é só penalidade, negativo. É positivo, ação, proatividade. O que a organização vai fazer em prol diversidade e inclusão?

6. Aproveite a revisão do Código para sair da subjetividade. Veja ele como ferramenta de educação. Por exemplo: “atos discriminatórios” podem ocorrer de forma não explícita. Cite exemplos, explique, e faça os colaboradores aprenderem a identificá-los no dia a dia.

7. “Saúde e Segurança” não é somente física. Saúde mental e segurança psicológica são essenciais para impulsionar a diversidade e inclusão. Atualize o Código!

8. Incentive o uso dos canais de ética (Sim! Queremos saber onde está o problema!), e capacite os responsáveis pelo programa de integridade para a correta condução desse tema.

9. Faça menção às políticas e práticas de diversidade da organização (sua organização ainda não tem?)

10. Se apoie em especialistas. Revisar um Código de Ética, construir Políticas ou treinamentos específicos, e conciliar com o Canal de Denúncias, são exemplos de atividades que requerem um olhar complementar de diversidade e de jurídico.

A Hi-Law + é uma consultoria de diversidade diferente! Traz em seu DNA o olhar jurídico.  Especialistas em diversidade e capazes de unir tal temática com o conhecimento jurídico, desenvolvem um importante trabalho de Implementação de Programas de Diversidade em Escritórios de Advocacia, treinamentos a Jurídicos Corporativos, e consultoria especializada às organizações.

Agradecemos à Hi-Law+ e ao parceiro Rafael Otta pela participação!