Criminosos cibernéticos gastam 10 vezes mais que as empresas na batalha da segurança cibernética

LGPD

Recente estudo aponta que os criminosos cibernéticos estão gastando 10 vezes mais dinheiro encontrando pontos fracos nas defesas cibernéticas das organizações do que as organizações que eles almejam estão gastando em segurança contra ataques.

De acordo com a empresa de software Carbon Black, a comunidade do crime cibernético gasta mais de US$ 1 trilhão por ano no desenvolvimento de ataques, em comparação com US$ 96 bilhões gastos pelas organizações para se proteger deste tipo de ataque. Apesar do Estudo ter como foco principal organizações no Reino Unido, foi possível ter um bom panorama do cenário no resto do mundo.

No total, 92% das organizações do Reino Unido que responderam à pesquisa tiveram seus sistemas violados em 2017 e quase metade dessas foram vítimas de várias ocorrências (entre três a cinco vezes).

Um total de 82% dos entrevistados disseram ter sofrido mais ataques em 2017 do que no ano anterior. No setor de serviços financeiros, 89% disseram que esse é o caso, enquanto 83% das organizações governamentais e 84% dos varejistas também experimentaram um aumento no número de ataques.

O malware (programa de computador destinado a infiltrar-se em um sistema de computador alheio de forma ilícita) foi o ataque mais comum nas organizações do Reino Unido pesquisadas, com cerca de 28% experimentando pelo menos uma dessas tentativas de violação. O ransomware (tipo de software nocivo que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido) foi o segundo mais comum, com 17,4% relatando pelo menos um ataque.

Para Fernando Henrique Zanoni, Sócio-Diretor da CódigoConduta.com, “a divulgação desse tipo de pesquisa pode ajudar na conscientização do empresariado nacional quanto a importância de se preocupar com segurança da informação, principalmente no atual panorama em que estamos no período de vacatio legis da Lei Geral de Proteção de Dados”.

Para acessar o estudo, em inglês, clique aqui.

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